No início da safra atual, quando foram lançadas as primeiras projeções para 2016/17, as previsões mais sombrias de moagem eram aquelas que ressaltavam as possíveis consequências da última entressafra, atipicamente curta e apostavam nos problemas gerados pelo prolongamento do tempo seco.
O início de ano de vento em pompa — com um esmagamento de volume histórico de cana-de-açúcar para o período — inflou os resultados nas primeiras quinzenas da safra 2016/17. No entanto, esse aceleramento pode ter prejudicado a reta final da temporada. Combinado com o comportamento do clima, ajudou a construir o cenário que aproxima a safra das projeções mais obscuras do início do ano.
O novaCana ouviu dezenas de consultorias e empresas especializadas para apresentar as estimativas atualizadas de moagem, produção de açúcar, etanol anidro e hidratado, ATR, mix de produção para o final da safra 2016/17.
Das consultorias e instituições que atualizaram suas estimativas, nove diminuíram a previsão de moagem e metade desse número já prevê uma moagem menor do que na temporada 2015/16.
Confira a seguir os novos números das empresas: Platts/Kingsman, Archer, Agroconsult, Banco Pine, Conab, Datagro, FCStone, FG/A, Job Economia, UNICA e USDA.








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