
Embora o setor de açúcar e etanol esteja consciente das consequências de um canavial envelhecido, as condições para financiamento junto ao BNDES não estão sendo capazes de atrair o interesse das usinas. No 1º semestre de 2016, o programa direcionou apenas R$ 126,12 milhões, o menor valor desde a criação do ProRenova, programa destinado ao plantio e à renovação dos canaviais.
Saiba mais sobre os números do ProRenova na reportagem: "Em queda livre: dinheiro do BNDES para o setor sucroenergético em 2016, por usina"
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