O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) já aprovou a meta de redução de 10,1% nas emissões de carbono da matriz de combustíveis brasileira até o fim de 2028. Este número, entretanto, não é unanimidade no setor.
Enquanto as distribuidoras de combustíveis e o setor de petróleo chegaram a defender o porcentual de 4%, a União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica) afirmou que a meta sugerida pelo Ministério de Minas e Energia (MME) é “muito conservadora” – com direito a texto em negrito e sublinhado.
Segundo os pontos levantados, o valor aprovado será insuficiente tanto para atender aos compromissos ambientais assumidos pelo Brasil quanto para estimular o setor produtivo de etanol, já que passa a ser um ‘objetivo fácil’, e não um ‘desafio a ser conquistado’.
No conteúdo completo, conheça os motivos dados pela Unica que questionam o real alcance da meta do RenovaBio.
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