No ano passado, a emissão de papéis incentivados levantou R$ 6,16 bilhões, mas interesse dos investidores no futuro depende do Congresso
A tramitação da medida provisória que acaba com a isenção tributária sobre emissões de títulos do agronegócio a partir de 2026 deve ganhar um novo capítulo amanhã, 6, quando acontecerá a reunião de uma comissão mista do Congresso para discutir o texto. O encontro terá a presença do Ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
Após a emissão de um parecer por esta comissão, a MP ainda deve ser levada ao plenário da Câmara dos Deputados e, na sequência, ao Senado Federal. Além disso, caso haja mudanças, a nova redação deve voltar à Câmara antes de ser encaminhada para sanção presidencial.
A princípio, a proposta do executivo envolve a tributação de 5% sobre os rendimentos de uma série de papéis, incluindo Certificados de Depósito Agropecuário (CDAs), Warrants Agropecuário (WAs), Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCAs), Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs), Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRAs) e Cédulas de Produto Rural (CPRs), além de títulos e valores mobiliários relacionados a projetos de investimento e infraestrutura.
Conteúdo exclusivo para assinantes
Assine o NovaCana para ter acesso completo a todas as notícias, análises e relatórios do setor.
Assine agoraJá é assinante? Entrar