As duas usinas pertencentes ao grupo Bazan alternam as primeiras colocações no volume das exportações de açúcar via contêiner desde 2020. Em 2025, a unidade homônima exportou 351,69 mil toneladas da commodity, 37% acima do que um ano antes e o valor mais elevado da companhia na série histórica, iniciada em 2012.
A situação é a mesma para a Bela Vista, também pertencente ao grupo e responsável por 308,48 mil toneladas no período (+22%). Neste caso, os envios da unidade começaram em 2015. Os dados são da agência marítima Williams.
Já a terceira posição foi ocupada pela Nardini Agroindustrial, com envios de 178,26 mil toneladas, tendo subido duas colocações ano a ano. A Central Energética Moreno, que ocupava a terceira posição em 2024, caiu para o sétimo lugar, com 128,1 mil toneladas (-47,8%).
Na quarta e na quinta posição estão, respectivamente, a USJ e a Copersucar – a primeira com exportações de 145,29 mil toneladas (+26,3%) e a segunda, com 129,54 mil toneladas (-20,9%). Ambas também ganharam colocações no comparativo com 2024.
Considerando as 30 maiores exportadoras do produto, os volumes variaram das 351,69 mil toneladas da Bazan às 36,62 mil toneladas referentes à Enerfo, que também teve a retração anual mais acentuada do recorte, de 51,5%. A elevação mais vultuosa, por sua vez, foi da Timbro, com 161%.
No texto completo (exclusivo para assinantes NovaCana) confira:
- Volumes despachados e destinos das cinco principais companhias
- Ranking das 30 maiores exportadoras de açúcar via contêineres
- Volumes despachados ano a ano e evolução mensal
- Destinos do açúcar brasileiro
EXCLUSIVO PARA ASSINANTES
VEJA COMO É FÁCIL E RÁPIDO ASSINAR