Agência de classificação de risco colocou gigante sucroenergética em perspectiva negativa, indicando chance de queda na escala
Embora a Fitch Ratings tenha uma visão “neutra” para as empresas de açúcar e etanol da América Latina em 2024, a S&P Global Ratings iniciou o ano divulgando uma mudança em sua perspectiva para a Raízen, que saiu de estável para negativa. O relatório da agência de classificação de risco, datado de 30 de janeiro, foi protocolado pela própria sucroenergética na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Com isso, embora as notas da Raízen tenham permanecido, há a possibilidade de rebaixamento em uma futura análise, prevista para acontecer em 12 ou 18 meses. Atualmente, a empresa possui a classificação BBB na escala global e AAA na nacional.
“A companhia está focada na otimização de sua estrutura de capital através de maior eficiência operacional, redução do patamar de investimentos e revisão de seu portfólio de ativos”, disse o novo CFO e diretor de relações com investidores da Raízen, Rafael Bergman, em comunicado ao mercado. Ele assumiu o cargo em 14 de novembro de 2024.
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