
Segundo a companhia, iniciativa integra segurança, preservação do meio ambiente e eficiência operacional como estratégia de prevenção e combate
Com a aproximação do período seco e a possibilidade de eventos climáticos extremos, a Raízen anuncia o lançamento de sua estratégia integrada de prevenção e combate a incêndios para a safra 2026/27. Segundo a companhia, a campanha “Quem Ama a Terra, Não Chama o Fogo” terá início em maio.
Ainda de acordo com a Raízen, o trabalho preventivo será realizado por meio do monitoramento de mais de 430 mil hectares de cana-de-açúcar.
“A segurança da comunidade e a integridade da operação exigem responsabilidade compartilhada entre times, parceiros e sociedade. Reforçamos, assim, nosso compromisso com a segurança em primeiro lugar, garantindo a continuidade e a sustentabilidade do negócio”, afirma o gerente corporativo de operações agrícolas da Raízen, Hamilton Jordão.
Para a campanha deste ano, a companhia vai contar com capacidade operacional de uma frota de brigada de 238 veículos (206 caminhões-pipa e 32 veículos de intervenção rápida) e um contingente de mais de 600 brigadistas dedicados, além de mais de 1,3 mil colaboradores treinados para suporte.
“A cada ano a estação seca vem se antecipando, por isso, intensificamos nossa mobilização, a prevenção de incêndios é um pilar fundamental das nossas práticas no campo. Entendemos que a eficiência operacional e integração de ações junto à comunidade caminham lado a lado com a preservação do nosso entorno”, completa Jordão.
Em nota, a Raízen reforça o compromisso com a segurança das pessoas, a preservação do meio ambiente e a eficiência operacional durante a época mais crítica do ano. “Para esta safra, o tema segue como prioridade, com investimentos em pessoas, tecnologias e equipamentos de ponta”, afirma.
Ainda segundo a empresa, a campanha é composta por diversas frentes de atuação coordenadas, voltadas a fortalecer a segurança das pessoas, das operações e do território. A estratégia inclui plano de mídia, realização de carreatas e blitz educativas, desenvolvimento de ações pedagógicas em escolas e um trabalho contínuo de relações públicas, além do fortalecimento da comunicação interna.
A estrutura de resposta a incêndios da Raízen conta com monitoramento 24h, com o uso de satélites, sensores e softwares de inteligência, além de previsões meteorológicas e treinamentos de brigadas. Na safra 2026/27, a empresa iniciou a instalação de câmeras de alta precisão na unidade Barra; utilizando inteligência artificial, elas permitem prever e mitigar riscos antes mesmo do surgimento das chamas.
Além disso, para ampliar o alcance da conscientização e a eficácia das respostas, a Raízen relata que atua de forma coordenada com parceiros estratégicos, incluindo Corpo de Bombeiros, Polícias Rodoviária e Ambiental, prefeituras, associações e fornecedores de cana, além de empresas aliadas.
O objetivo é promover treinamentos e campanhas educativas que mobilizam a sociedade no combate preventivo aos incêndios.
Visando garantir agilidade no combate a focos de fogo, a Raízen disponibiliza a Central Contra Incêndios pelo telefone 0800 770 22 33, canal aberto a colaboradores, fornecedores e comunidades para o reporte imediato de ocorrências em canaviais. A empresa ainda reforça o acionamento do Corpo de Bombeiros pelo 193.
Segundo a Raízen, os principais causadores de incêndios e propagação de fogo são bitucas de cigarro lançadas em estradas, fogueiras, soltura de balões, rituais religiosos em encruzilhadas e limpeza de terrenos em áreas de grande circulação, principalmente próximas a cidades e rodovias, e sobretudo incêndio criminoso.
“O tempo seco, altas temperaturas e fortes ventos também podem agravar esse quadro, já que podem contribuir para o alastramento do fogo”, acrescenta a companhia.
Em conformidade com as normas legais e com as diretrizes do “Protocolo Agroambiental – Etanol Mais Verde”, a Raízen reitera, em nota, que não utiliza o fogo em nenhuma etapa de seus processos agrícolas.
“A companhia eliminou integralmente a queima da palha de cana-de-açúcar há muitos anos no estado de São Paulo e outros estados em que atua, adotando exclusivamente métodos de colheita mecanizada. Dessa forma, a empresa assegura que não possui qualquer envolvimento com focos de incêndio ou práticas de queimadas em suas frentes de operação no campo”, afirma.