No ano passado, 31,01 milhões de toneladas de açúcar saíram do país em porões dos navios, conforme dados da agência marítima Williams. Apesar de ter ocorrido uma retração de 8,9% no volume geral, as maiores companhias registraram um ligeiro aumento em sua participação de mercado – juntas, as cinco principais exportadoras representaram 38,6% do montante, ante 38,2% em 2024.
Em conjunto, Raízen, Copersucar, Cofco, Sucden e São Martinho comercializaram 11,97 milhões de toneladas no período, queda de 8% em relação às 13 milhões de toneladas observadas em 2024. Ou seja, apesar do recuo, elas foram menos afetadas que o restante do mercado.
Em 2025, a companhia que mais vendeu açúcar para fora do país foi a Raízen, que atualmente possui 28 usinas em atividade. A sucroenergética contabilizou uma queda anual de 7,5% no volume, para 4,07 milhões de toneladas; mesmo assim, a sua participação de mercado passou de 12,9% para 13,1%. O desempenho ainda permitiu que ela superasse a antiga líder, a Copersucar.
Comercializando a produção de 38 unidades de 23 grupos distintos, a Copersucar foi a segunda companhia que mais exportou açúcar pelos portos brasileiros em 2025. O volume movimentado totalizou 3,95 milhões de toneladas, retração de 12,9% ante 2024. Assim, entre as maiores exportadoras do ano, ela foi a única a perder participação, saindo de 13,3% para 12,7%.
Juntas, Raízen e Copersucar foram responsáveis por mais de 25% do açúcar despachado via porão de navio no ano passado, somando 8,02 milhões de toneladas. Um ano antes, esse volume era de 8,93 milhões de toneladas.
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