A relação entre a oferta e a demanda global de açúcar deve registrar sobras da commodity tanto na temporada atual quanto na próxima. A perspectiva foi divulgada pelo Rabobank em relatório voltado à análise de produtos do agronegócio.
Segundo os analistas do banco, o excedente deve ser de 3,2 milhões de toneladas na safra 2023/24 (outubro a setembro). Além disso, foi divulgada uma perspectiva preliminar de um superávit de 700 mil toneladas em 2024/25.
“Ao nosso ver, isso sugere que a curva futura de preços em Nova York, na faixa atual de 18 a 19 centavos de dólar por libra-peso, não inclui muito em termos de prêmio de risco para 2024/25, dados os possíveis riscos climáticos ainda existentes no Brasil e na Tailândia, que juntos devem representar 60% das exportações globais em 2024/25”, avaliam.
De acordo com o relatório, a atual safra brasileira “está sendo observada mais de perto do que nunca”. Os indicadores em destaque são em relação à destinação da cana-de-açúcar pelas usinas e ao nível de açúcar total recuperável (ATR).
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