O banco holandês Rabobank lançou um relatório avaliando os fatores que tem impedido fusões e aquisições no setor sucroenergético brasileiro. O impasse nas negociações se deve à diferença entre compradores e vendedores, mas, segundo o banco, isso deve ser superado nos próximos anos.
"Enquanto potenciais vendedores estão convencidos de que a valorização dos seus negócios deve incorporar períodos de retomada nos mercados de açúcar e etanol, os potenciais compradores de hoje são muito conservadores na valorização alvos de aquisição", explicou o estrategista global de açúcar do Rabonbank Andy Duff, autor do trabalho.
A seguir, o portal novaCana apresenta os principais aspectos levantados pelo relatório do banco holandês e relembra fatos que apoiam a visão da instituição:
- A debandada dos investidores
- Heterogeneidade do setor
- Os três perfis de potenciais compradores
- A visão de compradores e vendedores
- O risco da espera pela alta
- O remédio amargo para as usinas fragilizadas
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