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Rabobank aponta os três perfis de potenciais compradores de usinas

O banco holandês lançou um relatório em que avalia os fatores que tem impedido fusões e aquisições no setor sucroenergético brasileiro


NovaCana - Publicado: 11 Dez 2014 - 09:48 | Atualizado: 29 Out 2015 - 09:37

O banco holandês Rabobank lançou um relatório avaliando os fatores que tem impedido fusões e aquisições no setor sucroenergético brasileiro. O impasse nas negociações se deve à diferença entre compradores e vendedores, mas, segundo o banco, isso deve ser superado nos próximos anos.

"Enquanto potenciais vendedores estão convencidos de que a valorização dos seus negócios deve incorporar períodos de retomada nos mercados de açúcar e etanol, os potenciais compradores de hoje são muito conservadores na valorização alvos de aquisição", explicou o estrategista global de açúcar do Rabonbank Andy Duff, autor do trabalho.

A seguir, o portal novaCana apresenta os principais aspectos levantados pelo relatório do banco holandês e relembra fatos que apoiam a visão da instituição:

- A debandada dos investidores

- Heterogeneidade do setor

- Os três perfis de potenciais compradores

- A visão de compradores e vendedores

- O risco da espera pela alta

- O remédio amargo para as usinas fragilizadas


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