“Os compradores de açúcar devem estar lambendo os beiços desde que viram o que aconteceu com os preços do leite no ano passado, após a remoção das cotas da União Europeia. Mas o fim previsto para as cotas de produção de açúcar, em aproximadamente um ano, não necessariamente garante um preço baixo para o adoçante”.
É assim que o banco holandês Rabobank inicia seu alerta para os compradores de açúcar que estão na expectativa de preços mais baixos a partir de outubro de 2017, quando deve acabar o atual regime de cotas na UE para o adoçante. A ideia é que, ao abandonar as restrições para a exportação, a União Europeia irá facilitar a saída do açúcar local para o mercado global – que está valorizado.
“O mercado parece ter um cenário de sonhos em mente, onde um maior fornecimento de açúcar a partir de outubro de 2017 levará a preços menores. No entanto, dizer adeus às cotas de produção e exportação pode sair pela culatra para os compradores da UE”, apresenta o banco.
Para os compradores europeus não acabarem pegos de surpresa, o bando holandês detalha as particularidades que devem afetar o mercado no curto prazo e apresenta sugestões de medidas preventivas.
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