De acordo com o Pecege Consultoria e Projetos, gastos agrícolas ficaram na faixa de R$ 159/t, alta anual de 8,9%
Errata (12/05, às 14h30): Os dados do Pecege são referentes até dezembro de 2024 e não fevereiro de 2025, como afirmado anteriormente. As margens dos produtos também foram calculadas erroneamente e, por isso, alteradas – para o açúcar refinado, de 62% para 38%; para o açúcar VHP, de 62% para 38%; para o etanol anidro de 13% para 12%; e para o etanol hidratado de 12% para 11%. O texto abaixo e o gráfico referente às margens foram alterados.
Depois de uma safra de recordes no campo e na indústria, o setor sucroenergético passou por uma nova temporada de desafios. A temporada 2024/25 não acompanhou os bons resultados do período anterior, com o clima sendo um fator crucial na queda de produtividade dos canaviais.
De acordo com dados apresentados pelo sócio-diretor do Pecege Consultoria e Projetos, João Rosa, a produtividade em 2024/25 foi de 77,2 toneladas de cana por hectare, apresentando baixa de 11,1% ante as 86,8 toneladas de cana por hectare vistas em 2023/24. Os números do ciclo mais recente são parciais da safra, indo até dezembro do ano passado, e foram divulgados no evento Expedição Custos Cana, promovido pelo instituto.
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