2ª Geração

2ª Geração

A produção do etanol 2G no Brasil: um negócio de superlativos

Bernardo Gradin: “Cada planta vai custar menos e produzir mais do que a anterior”


NovaCana - Publicado: 26 Set 2014 - 09:04 | Atualizado: 29 Set 2014 - 15:01

Após um longo período de suspense a GranBio oficializou esta semana a operação comercial da unidade Bioflex, situada no interior de Alagoas onde há dez dias está sendo produzido biocombustível a partir da biomassa da cana, um feito inédito para o Brasil e também – como destaca a companhia – para o hemisfério sul do planeta.

Enquanto as usinas tradicionais amargam os efeitos de uma crise prolongada, com o fechamento de diversas unidades, o presidente da GranBio garante investimentos de R$ 4 bilhões nos próximos anos para a instalação de dez novas plantas que devem produzir 1 bilhão de litros de etanol 2G até 2022.

O contraste de humores entre a “velha” e a “nova” geração deixa margem para os céticos. Na coletiva de imprensa, jornalistas questionaram como a crise na indústria de primeira geração pode afetar o etanol celulósico. “A segunda geração pode ser parte da solução para [a primeira geração] sair da crise mais rápido”, responde Gradin. Ele justifica que a parceria entre os dois modelos de produção traz uma fonte de recursos antes inexistente no modelo tradicional.

Confira a seguir os planos e expectativas da Granbio e detalhes inéditos da primeira usina de etanol celulósico do Brasil.


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