Apesar das novas estimativas indicando produções brasileira (2023/24) e global (2024/25) inferiores às da atual temporada, os preços do milho seguiram em queda na última semana. A avaliação é do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq-USP.
Segundo pesquisadores do Cepea, a pressão vem da demanda interna enfraquecida, que mantém os negócios lentos.
“Consumidores brasileiros utilizam a mercadoria adquirida antecipadamente, comprando novos lotes apenas de forma pontual”, afirmam, em nota, e seguem: “Vendedores, por sua vez, adotam posturas distintas, dependendo da demanda e oferta regionais”.
Ainda conforme pesquisadores do Cepea, em Mato Grosso, os produtores estão mais flexíveis, diante da maior disponibilidade de milho. Já em São Paulo, os agentes limitam as vendas à espera da finalização da colheita.
Apesar disso, em 16 de agosto, o Indicador Esalq/BM&FBovespa fechou a R$ 59,75 por saca de 60 quilos, alta de 1,5% ante o encerramento da semana anterior (R$ 58,86 por saca).
Com informações adicionais NovaCana