Os contratos futuros do açúcar bruto negociados na ICE chegaram a tocar uma nova máxima de dois anos nesta quinta-feira, mas encerraram o dia em queda.
O contrato março do açúcar bruto fechou em queda de 0,09 centavo de dólar, a 14,57 centavos de dólar por libra-peso, após renovar máxima de dois anos no início da sessão, a 14,90 centavos.
Operadores disseram que a queda nos preços do petróleo ajudou a limitar o avanço das cotações do açúcar, pressionadas também por preocupações econômicas mais amplas, como o avanço do novo coronavírus na China.
Eles citaram também o potencial do Brasil para aumentar a produção de açúcar caso haja uma mudança significativa na paridade com o etanol.
“No entanto, esse açúcar extra tende a ser em maior parte imaginário, especulativo até momentos mais à frente em 2020, e dessa forma não representa um freio de mão imediato a novos ganhos nos preços”, disse em nota Tobin Gorey, analista do Commonwealth Bank of Australia.

O açúcar branco para março recuou 3,20 dólares, para 403,80 dólares por tonelada.
Nigel Hunt