Graças à cana-de-açúcar, o Brasil tem o maior potencial de produção de etanol celulósico. Já os Estados Unidos, com um mercado garantido pelo governo, tem a maioria dos projetos de biocombustíveis de segunda geração. Contudo, foi a Itália que efetivamente conseguiu se lançar à frente.
Quem visita a unidade da Beta Renewables na cidade italiana de Crescentino se surpreende com a estrutura. "Eu vi a tecnologia funcionando e pensei: finalmente alguém conseguiu passar o problema da escala, de ampliar o projeto".
Veja a seguir os diferenciais que colocaram a empresa à frente dos concorrentes e a lentidão das usinas brasileiras na aposta do etanol celulósico.
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