Os últimos dias não foram fáceis para quem tem a esperança de que o etanol celulósico se torne uma realidade de mercado em breve. A DowDuPont afirmou que pretende colocar à venda sua unidade de E2G em Iowa, nos Estados Unidos. A Beta Renewables desativou sua usina, a primeira a tentar produzir E2G em larga escala e o projeto mais emblemático do mercado. Além disso, no Brasil, a GranBio segue com dificuldades e está utilizando seu estoque de palha de cana-de-açúcar para a geração de energia elétrica, tendo suspendido a produção do biocombustível.
Contudo, um raio de esperança surge com um anúncio da Poet-DSM, que controla a usina Project Liberty, também em Iowa. A companhia divulgou o desenvolvimento de um novo sistema de pré-tratamento, que resolveria o maior gargalo enfrentado pelas plantas atualmente em operação.
“A companhia resolveu o desafio crítico do pré-tratamento, superando o que tem sido o principal obstáculo a comercialização visto por produtores em todo o mundo”, comemora a empresa em comunicado à imprensa. O documento ainda declara: “A Project Liberty está agora operando seu pré-tratamento em 80% de seu tempo de atividade”.
Leia a seguir:
- Licenciamento da nova tecnologia para destravar o pré-tratamento
- Processo judicial contra a Andritz.
- Outras ações realizadas na Project Liberty em 2017
- Posição da Poet-DSM sobre o futuro dos biocombustíveis celulósicos
- Construção de uma fábrica própria de enzimas
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