Alguns meses após anunciar que pretende investir R$ 3,5 bilhões para ampliar a capacidade de suas usinas, a Companhia Mineira de Açúcar e Álcool (CMMA) formalizou mais uma geração de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRAs). Com emissão da EcoAgro, os papéis devem ser divididos em duas séries de R$ 400 milhões, somando R$ 800 milhões.
A coordenação da operação está sob a liderança da XP Investimentos, com participação do Banco Safra e do UBS Brasil; já a Oliveira Trust atua como agente fiduciário. Conforme a lâmina da oferta, os recursos devem ser direcionados aos canaviais da companhia.
Atualmente, a CMAA é classificada como AA na escala nacional da S&P Global Ratings, o que significa que a empresa tem uma capacidade “muito forte” de honrar com seus compromissos financeiros. Além disso, a perspectiva é estável, indicando que não devem ocorrer mudanças na nota em breve, seja para cima ou para baixo.
Em relatório publicado na última quinta-feira, 26, a S&P trouxe os principais pontos fortes da sucroenergética, assim como os maiores riscos.
Para saber mais, leia o texto completo (exclusivo para assinantes):
- Juros remuneratórios dos CRAs e calendário de pagamentos
- Resultados da companhia
- Projeções para a safra atual e as próximas
- Investimentos, alavancagem e liquidez
- Exposição a riscos climáticos
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