O mercado de biocombustíveis viu com desconfiança quando, em 2008, a Petrobras lançou uma subsidiária para atuar com etanol e biodiesel. A gigante petroleira criava a Petrobras Biocombustível (PBio) e tentava ingressar em duas atividades essencialmente agrícolas.
Nesses anos todos de atuação a estatal já divulgou dezenas de balanços trimestrais e cinco resumos anuais. Em todos eles é possível constatar um padrão claro: a PBio nunca deu lucro. E mais, a cada ano os resultados são piores.
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