As cotações do açúcar caíram em 2017, gerando o pior desempenho de uma grande commodity agrícola no período. Os futuros de açúcar VHP em Nova York diminuíram 22% – revertendo praticamente todo o ganho de 2016 – enquanto o açúcar branco em Londres caiu 25%, sendo prejudicado pela perspectiva da volta de um excedente mundial da produção do adoçante.
Além das inesperadas altas nas estimativas de muitos grandes produtores, como a União Europeia e a Índia, o crescimento no consumo foi afetado pelas preocupações com a saúde, especialmente (mas não totalmente) nos países do ocidente.
Essas dinâmicas terão seu papel na definição dos preços em 2018. Contudo, especialistas no setor ainda apresentam divergências. Entre os pontos principais está se a forte produção continuará a ser uma característica do mercado ou se o recuo dos preços, que estão abaixo do custo de produção para a maioria dos países produtores, deve afetar esse fluxo.
Veja a seguir as opiniões e os argumentos de cada instituição.
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