As cotações do milho seguem em queda na maior parte das regiões acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq-USP.
“A pressão vem da expectativa de produção nacional mais elevada, que vem mantendo consumidores afastados das negociações, à espera de recuos mais intensos nos preços”, afirma o Cepea, em nota.
De acordo com os pesquisadores, os demandantes também estão atentos ao fato de muitos produtores indicarem já não ter espaço nos armazéns.
“Ressalta-se que, produtores brasileiros que, no começo do ano, estavam apreensivos com os atrasos no campo, agora estão otimistas com a produção da segunda safra, sobretudo devido às condições climáticas favoráveis até o momento”, complementa o Cepea.
Em 6 de abril, o Indicador Esalq/BM&FBovespa fechou a R$ 80,24 por saca de 60 quilos, queda de 2,9% ante o encerramento da semana anterior (R$ 82,60 por saca).
Com informações adicionais NovaCana