O maior produtor de etanol e açúcar do país poderia gerar até 3 gigawatts de potência queimando palha e bagaçoA Cosan, do bilionário Rubens Ometto, informou que dois terços do bagaços e palha de cana de suas usinas não é aproveitado da melhor forma e que seria capaz de gerar até 3 gigawatts de energia.
Segundo o diretor financeiro da empresa, Marcelo Eduardo Martins, para cada megawatt de potência adicional seriam necessários investimentos em torno de R$ 3 a R$ 4 milhões.
A Cosan, do bilionário Rubens Ometto, tem condições de triplicar sua cogeração queimando bagaço e palha de cana. Mas para isso, depende da boa vontade do governo nos contratos no mercado regulado.
O maior produtor de açúcar e etanol do país poderia gerar até 3 gigawatts de potência se usasse todas as sobras da cana de suas unidades, disse ontem o diretor financeiro da empresa, Marcelo Eduardo Martins. Para tanto, não seria necessária qualquer expansão na produção de açúcar e etanol.
Na visão dos produtores, muito do potencial energético da indústria é desperdiçado porque o governo não dá o estímulo econômico necessário para estimular a cogeração a partir da biomassa. A falta de chuvas também agrava ainda mais o quadro das hidrelétricas. Só a Raízen Energia, por exemplo, perde cerca de dois terços de biomassa de cana.
"Nosso potencial é gigantesco", disse Martins em visita à Bloomberg em São Paulo. "Só podemos investir se houver leilões (de eletricidade) a preços viáveis". Segundo o executivo, para cada megawatt adicional de capacidade de geração de energia, a companhia precisaria investir em torno de R$ 3 a R$ 4 milhões.
Fonte: Bloomberg
Tradução e adaptação Leonardo Siqueira - NovaCana
Segundo o diretor financeiro da empresa, Marcelo Eduardo Martins, para cada megawatt de potência adicional seriam necessários investimentos em torno de R$ 3 a R$ 4 milhões.
A Cosan, do bilionário Rubens Ometto, tem condições de triplicar sua cogeração queimando bagaço e palha de cana. Mas para isso, depende da boa vontade do governo nos contratos no mercado regulado.
O maior produtor de açúcar e etanol do país poderia gerar até 3 gigawatts de potência se usasse todas as sobras da cana de suas unidades, disse ontem o diretor financeiro da empresa, Marcelo Eduardo Martins. Para tanto, não seria necessária qualquer expansão na produção de açúcar e etanol.
Na visão dos produtores, muito do potencial energético da indústria é desperdiçado porque o governo não dá o estímulo econômico necessário para estimular a cogeração a partir da biomassa. A falta de chuvas também agrava ainda mais o quadro das hidrelétricas. Só a Raízen Energia, por exemplo, perde cerca de dois terços de biomassa de cana.
"Nosso potencial é gigantesco", disse Martins em visita à Bloomberg em São Paulo. "Só podemos investir se houver leilões (de eletricidade) a preços viáveis". Segundo o executivo, para cada megawatt adicional de capacidade de geração de energia, a companhia precisaria investir em torno de R$ 3 a R$ 4 milhões.
Fonte: Bloomberg
Tradução e adaptação Leonardo Siqueira - NovaCana