Estudo de caso apresenta diferença de R$ 29,17 mil por hectare no resultado acumulado ao longo de 12 anos – mas é preciso considerar caso a caso
“Irrigar ou não irrigar? Essa pode parecer uma dúvida simples e, na primeira vez que nós nos deparamos com ela, a resposta também parece simples. Mas, conforme nos inteiramos, vemos que não é bem assim”.
O questionamento trazido pelo Pecege Consultoria de Projetos, na voz do analista de mercado da empresa, Raphael Delloiagono, motivou a sistematização de um estudo de caso comparativo sobre o tema, incluindo gastos, ganhos e desempenho agrícola em um canavial com e sem irrigação. Segundo o analista, a avaliação foi uma “mistura tanto de dados coletados em campo quanto de algumas simplificações”.
Delloiagono defende que a escolha por irrigar ou não o canavial depende de muitas variáveis. Algumas das principais citadas pelo analista são os impactos nos custos e na rentabilidade e a taxa de juros para implementação do sistema de irrigação. Também é preciso considerar se é uma usina ou um produtor independente, se possui área arrendada ou não, entre outros fatores.
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