Na safra 2013/14 as dez usinas em que a estatal tem participação colocaram mais de 1 bilhão de litros de etanol no mercadoA produção de etanol da Petrobras Biocombustível (PBio) superou, pela primeira vez, a marca de um bilhão de litros na safra 2013/2014, o que representou um crescimento de 28% em relação à safra anterior. Apesar do recorde produzido, a subsidiária estatal responsável por investimentos em etanol e biodiesel, opera no vermelho desde sua criação.
No período em que gerou o maior volume de etanol de sua história, a PBio também acumulou seu maior prejuízo.
A produção de etanol da Petrobras Biocombustível (PBio) superou, pela primeira vez, a marca de um bilhão de litros na safra 2013/2014, o que representou um crescimento de 28% em relação à safra anterior. Apesar do recorde produzido, a subsidiária estatal responsável por investimentos em etanol e biodiesel, opera no vermelho desde sua criação.
No período em que gerou o maior volume de etanol de sua história, a PBio também acumulou seu maior prejuízo. Nos quatro trimestres correspondentes a safra 2013/14 as perdas somaram R$ 281 milhões (veja gráfico abaixo).
O volume corresponde à soma da produção nas dez usinas em que a estatal tem participação. As unidades pertencem ao grupo Guarani (controlado pela francesa Tereos), a joint venture Nova Fronteira Bioenergia (com o Grupo São Martinho) e a Total Agroindústria Canavieira. As usinas estão localizadas em Minas Gerais, São Paulo e Goiás, além de uma em Moçambique, na África.
Segundo a companhia, o crescimento de 28% é resultado dos investimentos realizados nos últimos anos na ampliação da capacidade de produção e na renovação e expansão dos canaviais.
Além do aumento da produção de etanol, os investimentos também permitiram a expansão da produção de energia elétrica a partir do bagaço da cana. De 2012 para 2013, a exportação de energia elétrica saltou de 535 GWh para 936 GWh.
De acordo com sua estratégia de crescimento, a companhia planeja investir US$ 2,3 bilhões até 2018 para ampliar suas atividades na produção de etanol e biodiesel. A PBio está apostando também em tecnologia para aumento da produtividade a partir do desenvolvimento de novas variedades de cana e do etanol de segunda geração, que pode aumentar a produção em até 40% a partir do aproveitamento do bagaço.

NovaCana
No período em que gerou o maior volume de etanol de sua história, a PBio também acumulou seu maior prejuízo.
A produção de etanol da Petrobras Biocombustível (PBio) superou, pela primeira vez, a marca de um bilhão de litros na safra 2013/2014, o que representou um crescimento de 28% em relação à safra anterior. Apesar do recorde produzido, a subsidiária estatal responsável por investimentos em etanol e biodiesel, opera no vermelho desde sua criação.
No período em que gerou o maior volume de etanol de sua história, a PBio também acumulou seu maior prejuízo. Nos quatro trimestres correspondentes a safra 2013/14 as perdas somaram R$ 281 milhões (veja gráfico abaixo).
O volume corresponde à soma da produção nas dez usinas em que a estatal tem participação. As unidades pertencem ao grupo Guarani (controlado pela francesa Tereos), a joint venture Nova Fronteira Bioenergia (com o Grupo São Martinho) e a Total Agroindústria Canavieira. As usinas estão localizadas em Minas Gerais, São Paulo e Goiás, além de uma em Moçambique, na África.
Segundo a companhia, o crescimento de 28% é resultado dos investimentos realizados nos últimos anos na ampliação da capacidade de produção e na renovação e expansão dos canaviais.
Além do aumento da produção de etanol, os investimentos também permitiram a expansão da produção de energia elétrica a partir do bagaço da cana. De 2012 para 2013, a exportação de energia elétrica saltou de 535 GWh para 936 GWh.
De acordo com sua estratégia de crescimento, a companhia planeja investir US$ 2,3 bilhões até 2018 para ampliar suas atividades na produção de etanol e biodiesel. A PBio está apostando também em tecnologia para aumento da produtividade a partir do desenvolvimento de novas variedades de cana e do etanol de segunda geração, que pode aumentar a produção em até 40% a partir do aproveitamento do bagaço.

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