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PBio e Banco do Brasil assinam acordo para fortalecer produção de biocombustíveis

Compromisso entre a subsidiária da Petrobras e o banco prevê ainda o incentivo à atuação sustentável, com responsabilidade socioambiental e econômica


Agência Petrobras - Publicado: 21 Nov 2024 - 09:24

A Petrobras Biocombustível (PBio), subsidiária integral da Petrobras, e o Banco do Brasil assinaram, nesta segunda-feira, 18, durante a Cúpula do G20, no Rio de Janeiro, um acordo de cooperação técnica para identificar iniciativas voltadas à promoção de biocombustíveis e fontes de energia renovável, incluindo a aquisição de insumos de fornecedores e de cooperativas de pequenos produtores. A vigência do acordo será de cinco anos.

“O acordo entre a BB e PBio é uma iniciativa importante para identificar sinergias no segmento de biocombustíveis. O BB tem soluções de apoio e financiamento para a cadeia produtiva do biodiesel e atua junto a empresas agroindustriais e cooperativas de agricultura familiar”, disse o diretor de transição energética e sustentabilidade da Petrobras, Maurício Tolmasquim.

Ele complementa: “A PBio tem relevante expertise e atuação na produção e comercialização de biodiesel e está entrando em nova etapa, sua atuação deve ser potencializada considerando novas oportunidades de negócios abertas pela transição energética justa”.

A cooperação ainda tem o objetivo de avaliar oportunidades de desenvolvimento na cadeia de negócios dos biocombustíveis, estimulando a atuação sustentável em todo o ciclo produtivo dessa energia renovável, com responsabilidade ambiental, social e econômica.

“O desenvolvimento de novas cadeias de suprimento de matérias primas, com inclusão social, é um dos pilares da nossa estratégia. O acordo com o BB nos permite avançar com mais robustez e velocidade nesse processo”, afirma o Presidente da PBio, Alex Gasparetto.

Para o BB, a assinatura deve contribuir para o compromisso brasileiro de alcançar as metas de sustentabilidade do setor energético e alinhadas com os objetivos globais para a transição para uma economia de baixo carbono.

“Nos últimos dois anos somamos R$ 36 bilhões em captações externas para projetos de bioeconomia, transição energética e agricultura sustentável, por exemplo. São investimentos que transformam a vida de quem produz matérias-primas e insumos importantes para os mais diversos setores da economia. Tudo isso respeitando os nossos povos tradicionais e os biomas brasileiros”, disse a presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros.