Enquanto o BNDES é um apostador audacioso em relação à indústria de etanol de segunda geração – com uma linha bilionária de financiamento, em conjunto com a Finep, e participação de 15% na empresa que lidera a corrida nacional –, outros setores do governo são bem mais conservadores.
Mesmo com os projetos anunciados da Raízen, Odebrecht Agroindustrial, GranBio e Petrobras Biocombustível, a proposta atual da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), que serve de referência para o planejamento da matriz energética nacional, considera que...
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