Chefe do departamento de pesquisas do banco, Andy Duff aponta os cinco principais impactos inerentes ao avanço do produto
Ainda que a produção de etanol de milho esteja em franco crescimento, existem alguns fatores que podem limitar essa alta. Além disso, o movimento já traz impactos visíveis para as sucroenergéticas.
A União Nacional do Etanol de Milho (Unem) projeta que 21,75 bilhões de litros de biocombustível vindo do cereal serão produzidos em 2034/35.
“O desafio que temos adiante é a capacidade instalada. Enxergo que, em 2029 ou 2030, teremos um nível de produção ao redor de 20 bilhões de litros de etanol de milho”, disse o chefe do departamento de pesquisas do Rabobank, Andy Duff, durante a Conferência NovaCana.
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