Sob efeito de cortes orçamentários, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) deve promover cortes nas equipes que fazem o levantamento de preços de combustíveis Brasil afora.
Assim, o tamanho da amostra vai encolher de 460 cidades para 390 no caso de gasolina, etanol e diesel; e para 175 municípios para o GLP.
Além disso, a direção da agência estuda fechar as sedes do Rio de Janeiro e de Brasília para economizar na conta de luz e outros gastos. O movimento acontece após as empresas que a ANP fiscaliza doarem equipamentos para a agência.
A propósito, a realidade da ANP não é diferente de outras agências, com exceção da Anatel, que tem execução orçamentária garantida por determinação do Tribunal de Contas da União (TCU).
Lauro Jardim