O Brasil é destaque mundial na utilização de energia gerada por fontes renováveis. Em 2017, 43,5% da oferta interna veio de fontes como hidráulica, lenha, carvão vegetal e derivados da cana-de-açúcar. A média mundial de utilização de recursos renováveis fechou o ano em apenas 13,8%.
Dentre as alternativas, a cana-de-açúcar é a mais representativa nacionalmente e correspondeu a 17,4% de toda a oferta de energia. Este número é maior do que o definido pelo governo brasileiro para a matriz energética até 2030, 16%, e reafirma a relevância da cana-de-açúcar para o país.

Estes dados são utilizados por especialistas do mundo inteiro para entender os rumos energéticos do Brasil. O cálculo considera toda a energia disponibilizada no país ao longo de 2017, incluindo eletricidade e combustíveis, a partir de fontes renováveis e não renováveis.
O portal novaCana apresenta a seguir uma compilação com todos os dados atualizados envolvendo cana-de-açúcar, etanol e bioeletricidade na matriz energética.
A seguir:
- Histórico da participação da cana-de-açúcar na matriz energética desde 2006
- Oito gráficos e tabelas detalhando a presença da cana
- Participação do etanol e do bagaço de cana-de-açúcar no consumo de energia
- Participação da energia de biomassa na matriz elétrica nacional
- Dados sobre bioenergia e potência de geração
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