Após apostar em um pacote tecnológico próprio para sua usina de etanol celulósico, a Odebrecht Agroindustrial, em parceria com a dinamarquesa Inbicon, conseguiu levar o custo de produção do renovável, calculado para escala industrial, a um patamar inferior ao da produção do combustível de primeira geração, um indicativo da viabilidade do projeto.
No entanto, embora a empresa tenha anunciado, no ano passado, a previsão de que sua primeira fábrica de etanol de segunda geração (E2G) começaria a produzir no final de 2016, o futuro do projeto ainda é incerto.
Veja a seguir as perspectivas para o projeto de E2G da Odebrecht/Inbicon, detalhes sobre o custo de produção e como as opções comerciais e tecnológicas da parceria se diferencia dos outros projetos.
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