Desde o anúncio da construção de sua usina de etanol celulósico, a Odebrecht Agroindustrial pouco falou sobre o assunto.
Sabe-se que o projeto terá capacidade de produção de 80 milhões de litros de etanol, e que a dinamarquesa Inbicon, principal e até então única parceira na iniciativa, ajudará “a acelerar o desenvolvimento de tecnologias para a produção de etanol e outros produtos a partir de matérias-primas lignocelulósicas”.
Enquanto players mundiais como a Beta Renewables, do grupo Mossi Ghisolfi, tentam ampliar sua participação no mercado global de etanol celulósico por meio de tecnologias licenciadas, a Odebrecht aposta numa plataforma tecnológica própria.
Confira a seguir mais detalhes sobre o projeto, as dificuldades enfrentadas e as apostas da Odebrecht Agro para a produção de etanol celulósico.
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