2ª Geração

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Odebrecht Agro aposta em pacote tecnológico próprio para sua usina de etanol celulósico

Com três patentes, todas em desenvolvimento em conjunto com a dinamarquesa Inbicon, braço sucroalcooleiro da Odebrecht preferiu investir na criação da própria rota de fabricação para o etanol 2G ao invés de adquirir um pacote tecnológico


NovaCana - Publicado: 08 Out 2014 - 10:03 | Atualizado: 10 Out 2014 - 16:43

Desde o anúncio da construção de sua usina de etanol celulósico, a Odebrecht Agroindustrial pouco falou sobre o assunto.

Sabe-se que o projeto terá capacidade de produção de 80 milhões de litros de etanol, e que a dinamarquesa Inbicon, principal e até então única parceira na iniciativa, ajudará “a acelerar o desenvolvimento de tecnologias para a produção de etanol e outros produtos a partir de matérias-primas lignocelulósicas”.

Enquanto players mundiais como a Beta Renewables, do grupo Mossi Ghisolfi, tentam ampliar sua participação no mercado global de etanol celulósico por meio de tecnologias licenciadas, a Odebrecht aposta numa plataforma tecnológica própria.

Confira a seguir mais detalhes sobre o projeto, as dificuldades enfrentadas e as apostas da Odebrecht Agro para a produção de etanol celulósico.


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