Quando há 14 anos atrás a dinamarquesa Novozymes imaginou pela primeira vez como suas enzimas feitas a partir da biomassa poderiam ser usadas para produzir combustíveis avançados, não havia uma indústria. Após o etanol celulósico ser classificado durante anos como um “combustível imaginário”, só agora os frutos de seu trabalho estão aparecendo.
“Entramos num caminho muito longo, quando não podíamos revidar o que as pessoas diziam, quando chamavam [o etanol celulósico] de combustível imaginário. Agora chegamos no ponto em que ele está aqui”
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