
Time comercial e de suporte técnico da Novonesis na décima edição do principal evento dedicado à indústria de etanol de milho e grãos, o Teco, promovido pela empresa
Líder global em biossoluções, a Novonesis se consolidou nos últimos anos como uma das referências do mercado brasileiro de bioenergia. Com um histórico sólido nos Estados Unidos e um portfólio diversificado de leveduras e enzimas, a empresa tem desempenhado papel crucial no desenvolvimento do etanol de milho no Brasil – um segmento em constante crescimento e que promete continuar gerando oportunidades nos próximos anos.
A indústria de etanol de grãos cresce em ritmo acelerado no Brasil. “Há sete anos, sua participação era praticamente zero, e hoje já representa mais de 20% da produção total de etanol no país”, diz o líder de bioenergia da empresa, Fabricio Rocha. “Esse volume deverá dobrar nos próximos cinco a sete anos”.
O que explica esse avanço significativo? De acordo com Rocha, o crescimento de investimentos na produção local está relacionado à adoção contínua de tecnologias avançadas, sejam de equipamentos, engenharia ou biossoluções, reforçando a importância e o papel da inovação para o setor.
A Novonesis desempenha papel fundamental e estratégico nessa expansão. Atualmente, nove em cada dez litros de etanol de milho produzidos no Brasil utilizam soluções desenvolvidas pela empresa.
De acordo com o líder de estratégia regional Ivan Roccon, um dos diferenciais da companhia é a sua capacidade de adaptar soluções de biotecnologia às necessidades locais e específicas de cada cliente. Isso permite que as plantas produzam mais etanol por meio de investimentos em biotecnologia, aumentando a taxa de utilização de seus ativos físicos já existentes.
Um dos trunfos da Novonesis é o desenvolvimento de leveduras geneticamente modificadas, líderes no mercado mundial de etanol de grãos. Elas são desenvolvidas para resistir a condições adversas, como variações altas de temperatura, tolerância à altas concentrações de etanol, presença de ácidos orgânicos e contaminações, características comuns em processos fermentativos de grande porte.
Além disso, aliadas à expertise técnica, as leveduras permitem maior processamento de milho (aumento do “teor de sólidos”) e reduções no tempo de fermentação, aumentando a produtividade das plantas e possibilitando ganhos somados de rendimento e produtividade acima dos 10%.
“Podemos afirmar que trazer segurança ao mercado via robustez é fundamental para a Novonesis. Não apenas nossas leveduras avançadas se diferenciam no mercado com sua característica de robustez no processo, permitindo variações e maior processamento sem capex extra, mas também nossa capacidade de produção local promove robustez de fornecimento e segurança para o crescimento da cadeia”, afirma Roccon, ao lembrar que a empresa é a única do setor com planta de leveduras e enzimas na América Latina.
A inovação está no centro da estratégia da Novonesis. Globalmente, a empresa investe aproximadamente 400 milhões de euros em pesquisa e desenvolvimento por ano, um décimo de seu faturamento. Em Araucária (PR), o centro de serviços técnicos testa soluções em condições reais de uso, permitindo ajustes precisos que maximizam a performance das plantas de etanol.
“Nos últimos anos, grande parte do nosso investimento em inovação tem sido feito no aprimoramento de leveduras avançadas, levando em consideração características locais e as necessidades do processo dos parceiros brasileiros. Essa tendência vai apenas crescer conforme a indústria se torna mais relevante e tem suas características distintas reconhecidas como alvo de inovação em busca de performance”, afirma Roccon.
O mercado de bioenergia a partir de grãos no Brasil ainda é considerado jovem, mas com grande potencial de contínua expansão. A recente inauguração de plantas no Norte e Nordeste do país demonstra um sinal inequívoco do avanço do etanol em novas regiões. De acordo com as projeções da Novonesis, o aumento do consumo para além das fronteiras de São Paulo será um dos principais propulsores de crescimento para a próxima década.
O etanol brasileiro é uma das opções mais sustentáveis do mundo, devido à baixa pegada de carbono das culturas de segunda safra, em especial o milho. “O mundo busca soluções de energia limpa, e o Brasil está estrategicamente posicionado para fornecer etanol de baixa pegada de carbono”, diz Rocha.
Com a expansão do setor, a Novonesis está preparada para manter sua liderança e contribuir para que o Brasil continue a também liderar globalmente a agenda de transição para uma matriz energética ainda mais sustentável. Para mais informações, acesse: www.novonesis.com.
Publicado originalmente na revista Plant Project