O ano de 2016 já começou com grandes expectativas para as usinas de etanol interessadas em exportar para o mercado dos Estados Unidos. Considerado um importante comprador do biocombustível brasileiro, o estado da Califórnia revelou nove propostas brasileiras de caminhos de produção de etanol produzido a partir de melaço, além de um novo interessado para exportar etanol de cana-de-açúcar.
O objetivo dessas empresas é juntarem-se à Raízen Energia, que conseguiu o CI de 46,43 gCO2e/MJ para o etanol de melaço produzido na unidade Costa Pinto, e à unidade de Pirassununga da Abengoa Bioenergia, com 54,92 gCO2e/MJ.
Essas propostas são essenciais, pois trazem o cálculo da intensidade de carbono (CI) de cada usina. É a partir desse número, medido em gramas de CO2 equivalente por megajoule (gCO2e/MJ), que são definidas as metas ambientais do estado e do país. Assim, quanto mais baixo o CI, melhor.
Veja a seguir os detalhes sobre os grupos envolvidos, as vantagens das autorizações, as diferenças no processo e o histórico da presença brasileira na Califórnia.
A plataforma de dados do novaCana apresenta a relação completa com o nome de todas as usinas aptas a exportar para a Califórnia e para os EUA.
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