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Apesar de novas unidades, geração das térmicas a biomassa cresce menos em julho

bioeletricidade raizen 140514Bioeletricidade cresceu 11,3% na comparação com julho de 2013 e teve queda de 5,4% em relação a junho

- NovaCana - 3 min de leitura

Desde janeiro a geração das usinas termelétricas a biomassa, que têm como principal insumo o bagaço de cana, vinha apresentando crescimentos mínimos de 20% na comparação com igual período do ano anterior.

Veja a seguir os detalhes da produção em julho e das novas unidades em operação nas usinas sucroalcooleiras

Desde janeiro a geração das usinas termelétricas a biomassa, que têm como principal insumo o bagaço de cana, vinha apresentando crescimentos mínimos de 20% na comparação com igual período do ano anterior. Em julho a produção foi 11,3% maior em relação ao ano passado, com uma geração de 3.260 megawatt (MW) médios, conforme a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica. Esse é o menor crescimento registrado em 2014.

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O monitoramento considera apenas os empreendimentos que operam comercialmente e utiliza os dados dos pontos de conexão.

A energia da biomassa representou 5,5% da geração total de 59.615 MW médios recebidos pelo Sistema Interligado Nacional (SIN) em julho. A produção total se manteve em linha com o mesmo mês de 2013 e apresentou uma mínima variação positiva, 0,3%, na comparação com o mês anterior.

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Em relação ao mês precedente, a geração da biomassa teve a primeira queda desde fevereiro. O resultado de julho foi 5,4% inferior comparado a junho, quando foram gerados 3.445 MW médios, conforme o contabilizado pela CCEE.

No mês, operaram comercialmente 211 usinas termelétricas movidas a biomassa, totalizando uma capacidade instalada de 9.388 MW, com garantia física de 1.703 MW médios. Duas novas térmicas a biomassa foram incluídas no sistema de contabilização da CCEE, adicionando 58 MW novos de potência instalada.

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Novas unidades de cogeração

Em junho foram incluídas no monitoramento das usinas termelétricas (UTEs) em operação comercial a cogeração da Usina Alto Alegre, em Florestópolis (PR), batizada de UFL, com 42 MW de capacidade, e também a Bioenergética Aroeira, em Tupaciguara (MG), com 16 MW.

Além disso a UTE da Tropical Bioenergia em Edéia (GO), ganhou uma nova unidade geradora com 40 MW, o que elevou a capacidade total da térmica a 55 MW.

Considerado a medição nos pontos de conexão, no mês a geração da UFL foi de 7.570 MW hora, a Bioenergética Aroeira gerou 2.699 MW hora e a UTE da Tropical Bioenergia produziu 13.642 MW hora.

Ainda em junho também foi autorizada a operação comercial da UTE LDC Bioenergia Lagoa da Prata da Biosev, em Minas Gerais, com 25 MW de potência. No entanto, a unidade ainda não consta no sistema da CCEE.

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