Desde abril, a cogeração tem sido mês a mês significativamente superior ao ano passado, em junho crescimento se intesificouTendo o bagaço de cana-de-açúcar como principal combustível, as térmicas de biomassa estão mantendo o forte crescimento – mês a mês e em relação ao ano passado – desde o início da safra canavieira, em abril.
A geração de energia pelas térmicas de biomassa alcançou 3.445 MW em junho. Tendo o bagaço de cana-de-açúcar como principal combustível, as térmicas de biomassa estão mantendo o forte crescimento registrado desde o início da safra canavieira, em abril.
Conforme a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) a energia da biomassa injetada no Sistema Interligado Nacional (SIN) em junho foi 50,7% maior do que os 2.287 MW registrado no mesmo período de 2013. Em relação a maio também se manteve a expansão, com incremento de 13,4% (veja aqui o desempenho anterior).

Este volume de energia da biomassa representou 5,8% da geração de todas as unidades em operação comercial medida no mês de junho, que alcançou 59.410 MW médios. Em termos de capacidade instalada as térmicas a biomassa tiveram 7,3% de representatividade no mês. Ou seja, o setor possui 9.290 MW de capacidade, do total nacional de 127.294 MW.

A garantia física do segmento de biomassa registrou aumento de 2,6% em relação a dezembro de 2013, devido à entrada de seis novas unidades geradoras em operação comercial no período, a maioria destinadas ao ambiente de contratação livre (ACL).
Da Bambuí Bioenergia, a UTE Bambuí começou a cogerar no município de mesmo nome, em Minas Gerais, com 30 MW de potência. Em Ivinhema, no Mato Grosso do Sul, a Adecoagro Vale do Ivinhema deu partida na sua UTE Amandina, com 40 MW. No município de Junqueirópolis, São Paulo, a Rio Vermelho Açúcar e Álcool iniciou a operação da sua unidade com 40 MW de potência.
Veja também:
- A inadimplência das usinas na geração de energia elétrica em 2013
- Presidente da EPE revela histórico de inadimplência das usinas na cogeração
- Falta bagaço de cana e usinas não entregam toda energia contratada, diz MME

Amanda SchArr - NovaCana
A geração de energia pelas térmicas de biomassa alcançou 3.445 MW em junho. Tendo o bagaço de cana-de-açúcar como principal combustível, as térmicas de biomassa estão mantendo o forte crescimento registrado desde o início da safra canavieira, em abril.
Conforme a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) a energia da biomassa injetada no Sistema Interligado Nacional (SIN) em junho foi 50,7% maior do que os 2.287 MW registrado no mesmo período de 2013. Em relação a maio também se manteve a expansão, com incremento de 13,4% (veja aqui o desempenho anterior).

Este volume de energia da biomassa representou 5,8% da geração de todas as unidades em operação comercial medida no mês de junho, que alcançou 59.410 MW médios. Em termos de capacidade instalada as térmicas a biomassa tiveram 7,3% de representatividade no mês. Ou seja, o setor possui 9.290 MW de capacidade, do total nacional de 127.294 MW.

A garantia física do segmento de biomassa registrou aumento de 2,6% em relação a dezembro de 2013, devido à entrada de seis novas unidades geradoras em operação comercial no período, a maioria destinadas ao ambiente de contratação livre (ACL).
Bambuí, Adecoagro e Rio Vermelho têm novas térmicas a bagaço
Em junho foram incluídas no sistema de contabilização da CCEE oito novas usinas, sendo três térmicas a biomassa alimentadas por bagaço de cana. A entrada em operação comercial das novas unidades de cogeração somou 110 MW de potência.Da Bambuí Bioenergia, a UTE Bambuí começou a cogerar no município de mesmo nome, em Minas Gerais, com 30 MW de potência. Em Ivinhema, no Mato Grosso do Sul, a Adecoagro Vale do Ivinhema deu partida na sua UTE Amandina, com 40 MW. No município de Junqueirópolis, São Paulo, a Rio Vermelho Açúcar e Álcool iniciou a operação da sua unidade com 40 MW de potência.
Veja também:
- A inadimplência das usinas na geração de energia elétrica em 2013
- Presidente da EPE revela histórico de inadimplência das usinas na cogeração
- Falta bagaço de cana e usinas não entregam toda energia contratada, diz MME

Amanda SchArr - NovaCana