Dez dias após a divulgação da primeira negociação de CBios, créditos de descarbonização criados pelo RenovaBio, a segunda negociação já consta na plataforma da B3, a bolsa de valores do país, onde é feito o registro das comercializações.
O diretor do Departamento de Biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia (MME), Miguel Ivan Lacerda, também comentou o assunto em sua página pessoal no LinkedIn.
Lacerda divulgou que, ontem (25), foram adquiridos 2 mil créditos a R$ 15 cada. Ou seja, o número de títulos vendidos é superior ao primeira transação – quando foram comercializados apenas 100 CBios –, mas o valor ficou abaixo do registrado anteriormente. Na primeira venda, cada unidade foi negociada, em média, por R$ 50,50.
A diferença do total das transações, então, foi de R$ 24,95 mil, já que a primeira totalizou R$ 5,05 mil e a segunda, R$ 30 mil. Desta forma, com o maior número de crédito vendidos, a nova negociação movimentou um maior valor financeiro, mesmo que o crédito tenha sido desvalorizado.
Lacerda e o sistema da B3 informaram que, novamente, a comercialização foi feita envolvendo uma parte não obrigada no programa, ou seja, os CBios não foram adquiridos por um distribuidor de combustíveis que tem uma meta a cumprir.
Saiba mais sobre a negociação de CBios e o cenário atual do RenovaBio no texto completo.
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