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Nova alta para gasolina e diesel reduzem, mas não eliminam defasagem, diz Abicom

Novos aumentos dos combustíveis anunciados pela Petrobras reduzem, mas ainda não equiparam os preços da estatal ao Preço de Paridade de Importação (PPI), diz Abicom

Agência Estado 2 min de leitura

Os novos aumentos dos combustíveis anunciados nesta segunda-feira, 8, pela Petrobras, de 9,2% para a gasolina e de 5,5% para o diesel, que irão vigorar a partir da terça-feira, 9, nas refinarias, reduzem mas ainda não equiparam os preços da estatal ao Preço de Paridade de Importação (PPI), informou o presidente da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), Sérgio Araújo.

“Com os aumentos anunciados hoje, as defasagens médias em relação aos preços de paridade para importações cairão para R$0,05/L para gasolina e R$0,10/L para o diesel”, informou Araújo.

Com isso, um novo aumento pode ser feito se o petróleo continuar em alta. Nesta segunda-feira, a commodity opera com cotação para maio próxima dos US$ 70 o barril.

O diesel vai subir R$ 0,15 por litro e a gasolina será de R$ 0,23 por litro a partir da terça nas refinarias da Petrobras. Os novos preços a serem praticados pela estatal serão de R$ 2,86 por litro para o diesel, mais 5,5% em relação ao último aumento, em 2 de março, e de R$ 2,84 por litro para a gasolina, 9,2% acima do último aumento na mesma data.

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