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“Nós não estamos vivendo uma transição energética”, afirma diretor da Canaplan

Para Luiz Carlos Corrêa Carvalho, devido à relevância global do petróleo no mercado de energia, preço internacional do açúcar deve continuar conectado ao contexto político mundial

NovaCana 5 min de leitura

Nos últimos 20 anos, as flutuações observadas nos preços internacionais do petróleo e do açúcar apresentam semelhanças. O argumento do diretor da Canaplan, Luiz Carlos “Caio” Corrêa Carvalho, não é exatamente novo, mas reforça a necessidade de o setor acompanhar a conjuntura geopolítica atual.

“Desde 2007, quando commodities agrícolas passaram a ser utilizadas para produzir biocombustível, começou a surgir uma certa correlação entre o petróleo, que é o carro-chefe quando se fala em energia, e a agricultura”, defende ele durante o evento Global Cana, realizado em Ribeirão Preto (SP).

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