Para Luiz Carlos Corrêa Carvalho, devido à relevância global do petróleo no mercado de energia, preço internacional do açúcar deve continuar conectado ao contexto político mundial
Nos últimos 20 anos, as flutuações observadas nos preços internacionais do petróleo e do açúcar apresentam semelhanças. O argumento do diretor da Canaplan, Luiz Carlos “Caio” Corrêa Carvalho, não é exatamente novo, mas reforça a necessidade de o setor acompanhar a conjuntura geopolítica atual.
“Desde 2007, quando commodities agrícolas passaram a ser utilizadas para produzir biocombustível, começou a surgir uma certa correlação entre o petróleo, que é o carro-chefe quando se fala em energia, e a agricultura”, defende ele durante o evento Global Cana, realizado em Ribeirão Preto (SP).
Para o diretor, um dos aspectos que merece atenção é a disputa comercial entre Estados Unidos e China e a consequente “pressão” criada em áreas como comércio, investimentos e tecnologia.
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