Cogeração de energia

Cogeração de energia

Eólicas dominam e nenhuma termelétrica de bagaço de cana vende no Leilão A-3


NovaCana - Publicado: 18 Nov 2013 - 14:09 | Atualizado: 19 Nov 2013 - 09:16
Em menos de meia hora o leilão de energia nova A-3 de 2013 movimentou mais de R$ 7,253 bilhões, com 39 projetos de energia eólica contratados no final da manhã de hoje (18). O volume de energia licitado para entrega a partir de 2016 foi de 58,293 milhões de megawatt hora (MWh), com preço médio final de R$ 124,43/MWh (deságio de 1,25% em relação ao preço-teto de R$ 126/MWh).

Apenas sete projetos do setor sucroenergético estavam habilitados para o certame e nenhum foi contratado. O baixo valor de teto tira a competitividade de outras fontes que não a eólica. Ainda concorriam projetos de energia solar e pequenas centrais hidrelétricas, que também não venderam energia na licitação.

Os projetos contratados totalizam 867,6 MW de capacidade e 380,2 MW médios de energia assegurada. A estimativa do governo é que as usinas contratadas demandem investimentos de R$ 3,4 bilhões.

Segundo as informações disponibilizadas pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), o preço mais alto de venda foi de R$ 126/MWh e o valor mais baixo da concorrência foi de R$ 118/MWh. Dos projetos contratados, 19 são do Rio Grande do Sul, oito do Piauí, quatro da Bahia, quatro do Ceará e quatro de Pernambuco.

No lado dos compradores, 28 concessionárias contrataram energia no leilão A-3. A Copel Distribuição foi a que contratou o maior de volume de energia, 6,128 milhões de MWh. A segunda maior compradora foi a Celg, com 5,616 milhões de MWh, seguida pela Cemat, que adquiriu 4,934 milhões de MWh. Os contratos de eólica terão duração de 20 anos.

novaCana.com
com informações da Agência Estado  e Reuters.
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