Renata Isfer cita possíveis mercados e benefícios ambientais, além de observar que o produto possui mandato, redução da carga tributária e outros incentivos
Produtos cada vez mais competitivos: é assim que a presidente executiva da Associação Brasileira do Biogás e do Biometano (ABiogás), Renata Isfer, define os combustíveis que ela representa. De acordo com ela, após observar os resultados das plantas já em operação, uma sucroenergética “não tem por que não investir em biometano”.
Em apresentação realizada durante evento da Datagro em Ribeirão Preto (SP), Isfer afirmou que o produto tem mandato definido pela lei Combustível do Futuro e redução de impostos prevista na reforma tributária, além de outros “grandes incentivos”.
Segundo a executiva, atualmente, a capacidade produtiva de biometano é de 858 mil metros cúbicos por dia. O valor inclui tanto as 11 plantas autorizadas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) – que somam 696,97 mil m³ diários – quanto as 23 unidades que atuam com autoprodução.
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