“O primeiro trimestre de 2016 foi uma montanha-russa para os preços do açúcar”. É assim que o banco holandês Rabobank abre seu relatório trimestral de acompanhamento do mercado dessa commodity. E não é para menos: apenas no período de janeiro até a metade de fevereiro, o preço dos futuros de açúcar (base em maio de 2016) caíram 15%, indo para 12,07 centavos de dólar por libra-peso, antes de voltarem para uma margem de 14,5 a 15 centavos de dólar por libra-peso já no começo de março.
Segundo o Rabobank, um dos principais motivadores dessa volatilidade foi a venda de fundos, seguida por incertezas macroeconômicas que foram criadas por um mercado desconfortável frente a uma queda nos preços do petróleo e a dúvidas sobre o crescimento da economia chinesa. “Muito pouco mudou com relação aos fundamentos do açúcar durante o período”, aponta o relatório.
Para o próximo trimestre, no entanto, os fundamentos voltam a ganhar importância e é preciso entender para qual direção eles estão apontando.
Ao longo do documento, o banco ainda explora fatores altistas e baixistas do mercado atual de açúcar, perspectivas para o começo da safra no Centro-Sul brasileiro e possíveis estratégias das usinas, além de dar uma visão aprofundada sobre a atual situação do mercado de açúcar nos Estados Unidos e na Europa.
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