Conforme definido em um acordo entre os países, os Estados Unidos estabelecem anualmente uma cota para a compra de açúcar brasileiro com taxas especiais. Na temporada 2024/25 (outubro a setembro), o volume será de 146,61 milhões de toneladas, representando uma leve queda de 0,6% ante as 147,54 milhões de toneladas de um ano antes.
Este montante é dividido pelo Ministério da Agricultura entre usinas da região Norte-Nordeste, como forma de trazer mais previsibilidade aos produtores da região. O rateio para a próxima temporada foi divulgado em uma portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira, 16.
Este ano, a principal novidade é a inclusão das usinas Miriri, de Santa Rita (PB), e Central Mata Sul, de Cabo de Santo Agostinho (PE). Com isso, o total de unidades participantes subiu de 37 para 39.
A divisão da cota de exportação segue normas e padrões definidos pelo Mapa. Alagoas será responsável por 44,3% dos envios, com 64,96 mil toneladas repartidas entre 15 usinas do estado. Em seguida, Pernambuco atenderá 29,5% da cota, totalizando 43,27 mil toneladas da commodity por meio de 12 unidades.
Também participam do rateio: Paraíba (9,76 mil t); Rio Grande do Norte (8,47 mil t); Bahia (6,16 mil t); Sergipe (5,03 mil t); Piauí (4,13 mil t); Pará (3,13 mil t); Amazonas (865,77 t) e Maranhão (825,6 t).
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