
Luciano Cunha de Sousa, analista de Comércio Exterior do MDIC durante evento promovido pelo BNDES
O desafio de viabilizar o etanol celulósico acabou sendo mais difícil do que o imaginado. E, neste momento, o biocombustível precisa de estímulos ou corre o risco de não atingir escala em tempo.
Dentro do governo federal uma movimentação já começa e pode mudar a forma como a segunda geração de etanol se desenvolverá no Brasil.
Uma seleta plateia de empresários, técnicos e estudiosos do etanol celulósico esteve reunida na semana passada no Rio de Janeiro e ouviu o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic) apresentar as possibilidades que o governo tem em mãos para tentar tornar obsoleta a primeira geração de etanol.
Em um momento que Brasília dá indícios de estar mais sensível às demandas do setor sucroenergético, medidas para fazer a segunda geração ser competitiva já no curto prazo ganha mais adeptos dentro do Governo Federal.
Confira a seguir os detalhes das propostas do Mdic e os prós e contra de cada opção.
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