Os contratos futuros de milho negociados na Bolsa de Chicago subiram nesta segunda-feira, 4, devido a compras de barganhas e coberturas de posições vendidas, depois de atingirem os menores níveis em três anos recentemente, mas a oferta abundante da América do Sul limitou os ganhos, segundo analistas.
Os fundos de commodities estavam cobrindo posições vendidas após quedas nos mercados dos Estados Unidos e antes do relatório mensal de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos EUA, na sexta-feira, disse o presidente da U.S. Commodities, Don Roose. Os operadores avaliarão as estimativas mais recentes do USDA sobre a produção de milho na América do Sul.
No momento, permanecem as dúvidas sobre as condições climáticas ruins no Brasil. Os EUA e o Brasil competem pelas vendas de exportação para importadores como a China. “Uma grande questão é: os EUA podem competir com o Brasil? A China começará a comprar soja dos EUA?”, disse Roose.
Assim, o contrato mais ativo de milho em Chicago subiu 5,25 centavos de dólar, para US$ 4,30 por bushel, depois de cair no mês passado para seu ponto mais baixo desde novembro de 2020.
Já a bolsa brasileira B3 registrou um movimento misto, com elevações para os contratos mais próximos. Os futuros de milho para maio subiram 2,21%, para R$ 57,69 por saca de 60 quilos, enquanto o contrato para julho teve alta de 0,79%, indo a R$ 57,50 por saca.
Heather Schlitz
Com informações adicionais NovaCana