Os futuros de milho na bolsa de Chicago (CBOT) atingiram máximas de oito meses nesta quarta-feira, 9, devido a preocupações com o risco de um clima mais desfavorável em áreas de cultivo estressadas pela seca na América do Sul, disseram traders.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), em um relatório mensal, estimou os estoques mundiais de milho em 302,22 milhões de toneladas, abaixo das 303,07 milhões anteriores, mas acima das estimativas de analistas, de 300,32 milhões.
Os futuros mais ativos de milho terminaram em alta de 14,50 centavos de dólar, ou 2,3%, a US$ 6,4675 dólares por bushel, após atingirem US$ 6,4775, seu preço mais alto desde junho.
Na bolsa brasileira B3, os futuros tiveram comportamento misto, com baixas variações. O contrato do milho com vencimento em março subiu 0,16%, encerrando o dia a R$ 98,90 por saca de 60 kg. Já o com vencimento em maio teve uma queda de 0,17%, sendo negociado a R$ 96,35 por saca.
Tom Polansek
Com reportagem de Gus Trompiz, Naveen Thukral e Karl Plume; informações adicionais NovaCana