Os futuros de milho negociados nos Estados Unidos fecharam sem alteração nesta sexta-feira, 29, depois de atingirem uma máxima em quase 10 anos pelo terceiro dia consecutivo, devido a preocupações de que as chuvas e o clima frio atrasem ainda mais o plantio no Meio-Oeste dos EUA.
Na bolsa de Chicago, o milho para julho não sofreu alteração e permaneceu a US$ 8,135 por bushel, após atingir US$ 8,245 por bushel. O pico da sessão foi a máxima do contrato mais ativo desde agosto de 2012.
O clima seco na região central do Brasil também está levantando preocupações sobre a principal safra de milho do país. A oferta brasileira, assim como a safra dos EUA, é vista como essencial pelos traders para ajudar a compensar a interrupção nas exportações ucranianas.
Na bolsa brasileira B3, os futuros do milho para maio subiram 0,69%, para R$ 92,29 por saca de 60 quilos. Por sua vez, o contrato com vencimento em julho teve alta de 1,56%, fechando o dia a R$ 94,92 por saca.
Mark Weinraub
Com reportagem de Gus Trompiz e Naveen Thukral; informações adicionais NovaCana