Os contratos futuros de milho negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) caíram nesta quarta-feira, 26, em meio a negociações técnicas.
Os futuros de milho mais ativos tiveram uma retração de 17 centavos de dólar, fechando a sessão a US$ 5,4825 por bushel.
Durante grande parte desta quarta-feira, os negociantes se concentraram no clima e nos possíveis rendimentos no Meio-Oeste.
Apesar da onda de calor que atingiu parte o Vale do Mississippi – com alguns agricultores em Missouri relatando ventos fortes e calor intenso –, relatos de chuvas favoráveis às lavouras no norte do Meio-Oeste pesaram sobre os mercados, de acordo com os operadores.
Adicionando pressão aos futuros de milho, os olheiros de um tour anual de colheita dos EUA previram que o trigo de primavera no sul e centro-leste de Dakota do Norte terá rendimentos maiores do que a média dos últimos cinco anos.
“Isso faz com que as pessoas pensem que, se o rendimento do trigo for melhor do que o esperado, então talvez os rendimentos de milho e soja também sejam”, disse o presidente da US Commodities, Don Roose.
Por sua vez, a bolsa brasileira B3 também viu uma retração. Os futuros de milho para setembro caíram 1,19%, para R$ 56,67 por saca de 60 quilos, enquanto o contrato para novembro teve queda de 1,3%, indo a R$ 60,60 por saca.
P.J. Huffstutter
Com reportagem de Naveen Thukral, Sybille de La Hamaide e Michael Hogan; informações adicionais NovaCana