Os contratos futuros de milho negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) foram pressionados nesta terça-feira, 22, por dados promissores sobre o início da safra dos Estados Unidos, mas encontraram suporte em uma recente onda de vendas para exportação.
O contrato de milho mais ativo na CBOT caiu 3 centavos de dólar, para US$ 4,795 por bushel.
As perspectivas de produtividade do milho em Ohio estão acima dos resultados do ano passado e acima da média de três anos, apontou uma expedição técnica de analistas no Meio-Oeste, realizada anualmente nos principais estados produtores dos EUA.
“Se tivemos coisas melhores no primeiro dia, as pessoas vão presumir isso para o segundo dia. Então acho que é por isso que temos vendas hoje, porque eles estão tentando se antecipar”, disse o diretor de vendas de commodities da Futures International, Joe Davis.
No entanto, as classificações das colheitas do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), divulgadas após o fechamento de segunda-feira, ficaram abaixo das expectativas. O milho caiu 1 ponto percentual, com 58% da safra em condição boa ou excelente, contra uma expectativa média de que a classificação permaneceria inalterada.
Na bolsa brasileira B3, entretanto, o movimento foi de elevação. Os futuros de milho para setembro subiram 0,65%, para R$ 53,85 por saca de 60 quilos, enquanto o contrato para novembro teve alta de 0,88%, indo a R$ 57,45 por saca.
Christopher Walljasper
Com informações adicionais NovaCana