Os contratos futuros de milho negociados nos Estados Unidos fecharam em leve alta nesta sexta-feira, 4, com o mercado permanecendo sustentado por preocupações sobre rendimentos reduzidos pelo clima na América do Sul.
Traders de grãos estão começando a acertar posições à medida que aguardam o relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, na sigla em inglês) na próxima semana, que devem mostrar uma oferta mais apertada de grãos e oleaginosas e safras menores no Brasil e na Argentina.
“O mercado está tentando medir o quanto dessas perdas maciças de safras (sul-americanas) já estão direcionadas ao mercado. Tivemos esse aumento maciço nos preços e está meio que parado”, disse o presidente da US Commodities, Don Roose.
Na bolsa de Chicago, o milho ficou de estável a mais firme. O contrato para março adicionou 3,75 centavos no dia, para US$ 6,205 por bushel, mas terminou a semana com queda de 2,4%.
Na bolsa brasileira B3, os futuros voltaram a subir após cinco sessões consecutivas de queda. O contrato do milho com vencimento em março teve uma elevação de 0,23%, encerrando o dia a R$ 96,91 por saca de 60 kg. Já o com vencimento em maio teve uma alta de 0,69%, sendo negociado a R$ 94,50 por saca.
Karl Plume
Com reportagem de Gus Trompiz e Gavin Maguire; informações adicionais NovaCana